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    Reforma da Previdência será apresentada a Bolsonaro até domingo, diz Onyx

    BRASÍLIA (Reuters) - A proposta de reforma da Previdência será apresentada ao presidente Jair Bolsonaro até domingo, afirmou na noite desta terça-feira o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, esquivando-se de dar mais detalhes sobre as regras em estudo.

    Falando a jornalistas após reunião com o ministro da Economia, Paulo Guedes, Onyx reforçou que a ideia é que Bolsonaro use a viagem ao Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, para discutir o tema e poder bater o martelo sobre o texto na volta.

    'O ministro Paulo Guedes vai acompanhá-lo nessa viagem a Davos, de tal forma que eles vão poder discutir para, na volta de Davos, ainda antes da cirurgia, o presidente poder dar o sinal verde para que as equipes técnicas concluam o processo da reforma e a gente possa apresentar ao Congresso', afirmou.

    O Fórum Econômico Mundial acontecerá entre os dias 22 e 25 de janeiro.

    Questionado sobre mais detalhes da reforma e sobre a possibilidade de militares e políticos também serem afetados pelo aperto nas condições de concessão de aposentadorias, o ministro disse não poder falar.

    Nesse sentido, ele se limitou a apontar que a proposta contará com a introdução do sistema de capitalização, mas com condições distintas das já implementadas em outros países do mundo.

    'O futuro sistema vai ser de capitalização, isso o ministro Paulo Guedes já falou inúmeras vezes. Agora vão ter questões muito diferentes das que foram feitas em outros países, mas com base na experiência internacional, que é sólida e que vai nos dar condição de ter um regime para o futuro absolutamente seguro para o Brasil', disse.

    Reiterando as poucas informações já tornadas públicas pelo atual governo sobre a reforma, Onyx afirmou que o texto contará com um 'remendo' no atual sistema, de repartição, além da oferta de um novo caminho, de capitalização.

    'Nós estamos com esses dois pilares bem construídos, eles estão agora dando os toques finais nesse processo para que até domingo a gente possa apresentar ao presidente', disse.

    Apesar do governo ainda não ter esclarecido os termos da reforma que defenderá e de seguir jogando essa definição para frente, Onyx garantiu aos jornalistas que há 'absoluto consenso' entre as equipes sobre o tema.

    Quanto à medida provisória contra fraudes no sistema previdenciário, que chegou a ser prometida para esta semana, Onyx sinalizou que ela poderá ficar para depois da viagem a Davos, em função de 'detalhes e ajustes' ainda não finalizados.

    'Estamos todos nos esforçando para que ele (Bolsonaro) possa assinar antes de viajar, mas não será surpresa se for depois da viagem', disse.

    (Por Marcela Ayres)

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    Congresso da Venezuela declara que Maduro é 'usurpador' da democracia

    Por Mayela Armas e Corina Pons

    CARACAS (Reuters) - O Congresso controlado pela oposição na Venezuela declarou formalmente, nesta terça-feira, que o presidente Nicolás Maduro é um “usurpador” cujas ações devem ser consideradas nulas, após ele ter tomado posse para um contestado segundo mandato na semana passada.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, cogita reconhecer o presidente do Congresso, Juan Guaido, como legítimo presidente da Venezuela, segundo três fontes anônimas citadas pelo canal CNN.

    Maduro tomou posse em 10 de janeiro sob fortes críticas de que sua liderança é ilegítima, devido a uma eleição amplamente considerada como fraudulenta em 2018. Diversos países do mundo não reconheceram seu governo.

    Os Estados Unidos e países da América Latina afirmam que Maduro se tornou um ditador, e que suas fracassadas políticas estatais mergulharam a Venezuela em sua pior crise econômica da história, e sem recuperação à vista. Maduro diz que uma “guerra econômica” liderada pelos EUA tenta tirá-lo do poder à força.

    “Hoje o Congresso declarou que neste momento não há presidente da República”, disse Jorge Millan, parlamentar oposicionista, em seu discurso. “Vamos começar o processo de recuperação da ordem constitucional”, acrescentou.

    O Congresso também aprovou uma medida que pede a dezenas de países que congelem as contas bancárias controladas pelo governo de Maduro.

    A medida pede que os EUA, a União Europeia e diversos país latino-americanos instruam suas agências reguladoras a “proibir qualquer movimentação de ativos líquidos pelo Estado da Venezuela em contas bancárias locais”.

    Os EUA e a UE já impuseram sanções para limitar a venda de títulos pelo governo venezuelano e congelar ativos pertencentes a Maduro e a diversos membros de seu gabinete.

    O Tribunal Supremo de Justiça da Venezuela, pró-governo e em conflito com os parlamentares desde 2016, quando a oposição assumiu o controle do Legislativo, invalidou preventivamente qualquer norma aprovada pelo Congresso.

    Ao ser questionado se novas sanções estão no gatilho, um porta-voz da Casa Branca disse que os EUA consideram “todas as ferramentas diplomáticas, políticas e econômicas em seu arsenal para responder à usurpação do poder pelo ilegítimo governo de Maduro”.

    Indagado sobre a reportagem da CNN, o porta-voz disse: “Os Estados Unidos têm expressado seu apoio a Juan Guaido, que como presidente da Assembleia Nacional democraticamente eleita declarou sua autoridade constitucional para... solicitar eleições justas e livres.”

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    10 H

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    Parlamento britânico rejeita acordo do Brexit negociado por May

    Por William James e Kylie MacLellan

    LONDRES (Reuters) - Parlamentares britânicos derrotaram o acordo do Brexit negociado pela primeira-ministra, Theresa May, por esmagadora maioria nesta terça-feira, deflagrando a possibilidade de uma saída desordenada do Reino Unido da União Europeia ou até mesmo uma reversão da decisão tomada em 2016 de deixar o bloco.

    O Parlamento votou contra o acordo por 432 votos a 202, a pior derrota parlamentar de um governo na história recente do Reino Unido. Mais de 100 parlamentares do próprio Partido Conservador de May - tanto apoiadores do Brexit como defensores da permanência na UE - uniram forças para rejeitar o acordo.

    O líder do Partido Trabalhista, de oposição, Jeremy Corbyn, imediatamente convocou um voto de desconfiança contra o governo de May, a ser realizado dentro de 24 horas.

    Com o relógio contando até 29 de março, data estabelecida por lei para o Brexit, o Reino Unido agora está no meio de sua mais profunda crise política em meio século, no momento em que enfrenta como, ou até mesmo se, deixar o projeto europeu ao qual se uniu em 1973.

    'Está claro que a Casa não apoia esse acordo, mas a votação desta noite não nos diz nada sobre o que ela apoia', disse May ao Parlamento, momentos após o resultado ser anunciado.

    “(Não diz) nada sobre como --ou mesmo se-- a Casa tem a intenção de honrar a decisão tomada pelo povo britânico em um referendo realizado por decisão do Parlamento.”

    O fracasso esmagador de May, a primeira derrota de um tratado no Parlamento britânico desde 1864, marca o colapso de sua estratégia de dois anos de forjar uma separação amigável e manter relações próximas com a UE após a saída marcada para 29 de março.

    O porta-voz de May disse a jornalistas que o acordo da premiê pode ainda servir de base para um entendimento com a UE, mas seus oponentes discordam.

    'O acordo do Brexit está basicamente morto', disse Anand Menon, professor de política europeia e relações exteriores da King's College, em Londres.

    Se há qualquer consolo para May, é que seus adversários internos pareceram dispostos a rejeitar a tentativa de derrubá-la.

    O pequeno Partido Unionista Democrático (DUP), da Irlanda do Norte, que garante seu governo de minoria e disse que iria se opor ao acordo, afirmou que ainda apoiará May no voto de desconfiança.

    A UE disse que um acordo para o Brexit continua a ser o melhor e único caminho capaz de assegurar uma separação ordenada. O chanceler austríaco, Sebastian Kurz, disse que não haverá novas negociações para o acordo, e o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, afirmou que iria intensificar os preparativos para um Brexit sem acordo.

    “O risco de uma retirada desordenada do Reino Unido aumentou com a votação desta noite”, disse ele.

    Donald Tusk, presidente do Conselho Europeu, sugeriu que o Reino Unido deve agora considerar reverter o Brexit. “Se um acordo é impossível, e ninguém que ficar sem acordo, então quem finalmente terá a coragem de dizer qual a única solução positiva?”, disse ele no Twitter.

    A libra esterlina ficou quase um centavo mais cara em relação ao dólar, diante de expectativas de que a escala da derrota possa forçar os parlamentares a buscar outras opções.

    May disse que ela irá conversar com os partidos de oposição para costurar um caminho a seguir. Por todo o espectro político britânico, porém, oponentes do acordo dizem que ele está morto.

    “Depois de dois anos de negociações fracassadas, a Câmara dos Comuns deu esse veredicto sobre o acordo dela para o Brexit, e tal veredicto é absolutamente decisivo”, disse Corbyn. “O princípio dela de governar com postergação e negação alcançou o fim da linha.”

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    12 H

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    Paralisação impacta economia dos EUA enquanto democratas rejeitam convite de Trump para negociar

    Por Steve Holland e Ginger Gibson

    WASHINGTON (Reuters) - A economia dos Estados Unidos está sofrendo um abalo maior do que o esperado com a paralisação parcial do governo, mostraram estimativas da Casa Branca nesta terça-feira, enquanto os democratas do Congresso rejeitaram o convite do presidente dos EUA, Donald Trump, para discutir o assunto.

    A paralisação alcança seu 25º dia nesta terça-feira sem que Trump ou os líderes democratas no Congresso mostrem sinais de que irão ceder no ponto que a desencadeou --o financiamento para o muro que Trump prometeu construir ao longo da fronteira com o México.

    Trump convidou um grupo bipartidário de membros do Congresso para um almoço para discutir o impasse, mas a Casa Branca disse que democratas rejeitaram o convite. Era esperado que nove republicanos comparecessem.

    Trump está insistindo para que o Congresso libere 5,7 bilhões de dólares no momento em que cerca de 800 mil servidores públicos federais estão sem receber durante a paralisação parcial.

    'Já é a hora de democratas virem à mesa e fazerem um acordo', disse a porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders.

    Líderes democratas na Câmara dos Deputados disseram que não orientaram membros a boicotarem o almoço de Trump, mas que pressionaram aqueles que foram convidados a considerarem se as negociações seriam produtivas ou se seriam apenas uma oportunidade fotográfica para o presidente.

    'Estamos unidos', disse o líder da maioria na Câmara, Steny Hoyer, a repórteres na manhã desta terça-feira.

    A administração Trump estimou inicialmente que a paralisação custaria à economia 0,1 ponto percentual em crescimento a cada duas semanas que servidores continuassem sem pagamento.

    Mas nesta terça-feira, surgiu um número atualizado: 0,13 ponto percentual a cada semana, em razão do impacto do trabalho que não está sendo executado por 380 mil servidores de folga, bem como trabalho pendente de prestadores federais, disse uma autoridade da Casa Branca.

    A paralisação parcial é a mais longa da história dos Estados Unidos e seus efeitos começaram a reverberar ao redor do país.

    (Por Steve Holland, Susan Cornwell, Ginger Gibson, Makini Brice e Susan Heavey)

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    EXCLUSIVO-ONS pede troca de mais de 600 equipamentos da GE na rede elétrica após explosões

    Por Luciano Costa

    SÃO PAULO (Reuters) - O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) apresentou ao governo brasileiro relatório que sugere a substituição de ao menos 662 transformadores de corrente de um modelo específico da fabricante norte-americana GE instalados no sistema elétrico do país, após o registro de elevado número de explosões do equipamento nos últimos anos.

    No documento, visto pela Reuters, o ONS disse que houve nos últimos seis anos um total de 53 explosões de equipamentos como esses, instalados em subestações de energia, sempre do modelo CTH-550 e de dois determinados padrões de fabricação, em uma 'concentração de ocorrências' que 'sugere que estejam associadas a problemas de projeto ou material'.

    O problema é do conhecimento de empresas de transmissão de energia, e há entre elas uma preocupação sobre como seria conduzida a troca dos equipamentos, devido a temores de que a GE conteste as conclusões do ONS e não queira se responsabilizar pelos custos, disseram à Reuters dois executivos da indústria.

    Procurado para comentar o relatório, o ONS afirmou em nota que indicou a troca, mas ressaltou que 'o plano de substituição é realizado pelas empresas' e 'as questões associadas à parte comercial são de responsabilidade dos agentes e do fabricante, com envolvimento da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).'

    A GE afirmou que não teve acesso ao material produzido pelo ONS, mas questionou algumas de suas conclusões.

    'Estamos cientes dos incidentes que ocorreram nas instalações de alguns de nossos clientes no Brasil e, atualmente, não há evidências de que a causa esteja relacionada ao design, aos materiais ou aos processos de fabricação do produto', defendeu a companhia, em nota.

    'Este produto está instalado e vem operando há anos em todo o mundo. Há uma clara concentração de incidentes em uma parte da rede elétrica brasileira', acrescentou a fabricante, ressaltando que 'continua a fornecer total suporte aos clientes e está preparada a continuar cooperando com o operador do sistema e as empresas afetadas para endereçar a questão'.

    As conclusões do ONS apontam que as explosões aconteceram principalmente em sistemas de transmissão que fazem a conexão entre as regiões Norte e Sudeste e entre Goiás e Mato Grosso.

    Os transformadores de corrente são utilizados para baixar a corrente elétrica que passa por uma linha de energia ou transformador de potência, de forma que ela possa ser medida, uma vez que os equipamentos que fazem essa leitura não suportam correntes elevadas como a do sistema de transmissão, explicou o consultor Ambrosio Melek, da Siseletro.

    Além de eventuais interrupções no fornecimento de energia, uma explosão de um transformador de corrente também gera riscos para trabalhadores das empresas de transmissão, acrescentou ele.

    'Uma explosão pode ser um acidente grave. Se tiver alguém na proximidade, fazendo uma manutenção, pode machucar a pessoa, até matar.'

    O ONS disse que não houve até o momento registro de pessoas feridas devido ao problema com os transformadores de corrente.

    Mas uma fonte de uma empresa de transmissão explicou à Reuters que as elétricas têm tomado providências para minimizar riscos enquanto o assunto não é tratado.

    'Independente de qualquer ação decorrente do relatório, medidas internas foram tomadas pelas empresas, como isolar o equipamento, no sentido de evitar pessoas circulando por perto deles', afirmou a fonte, que falou sob a condição de anonimato.

    RESPONSABILIDADES

    Uma segunda fonte do setor de transmissão disse que cada transformador de corrente custa entre 50 mil e 100 mil reais, um valor baixo perto dos milionários investimentos das empresas de energia, mas que ganha porte devido ao número de equipamentos envolvidos.

    Em seu relatório, o ONS disse ter conhecimento de 662 unidades do transformador de corrente CTH-550 que precisariam ser substituídas, mas ressaltou que há ainda 484 equipamentos na rede cujos códigos não foram identificados em seu levantamento, 'o que pode elevar o número atual'.

    De acordo com a primeira fonte, as empresas de transmissão entendem que 'há um problema sistêmico, do fabricante, e não do concessionário' e que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) deveria atuar para que as elétricas não sofram prejuízos com a substituição.

    'Esperamos que a Aneel possa resolver com a gente. Tem que entender o lado das transmissoras, isso não é risco do negócio, é um problema, um risco oculto', disse.

    Procurada, a Aneel não respondeu um pedido de comentário sobre o relatório do ONS.

    O Ministério de Minas e Energia, por meio da assessoria de imprensa, disse que teve conhecimento do documento em reunião do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) em dezembro e acompanha o caso junto ao ONS, mas não quis comentar.

    O relatório do ONS surgiu após um levantamento encomendado pelo ministério ainda em 2014 levar à identificação de 'número excessivo de explosões' de transformadores de corrente CTH-550 da GE, o que originou um trabalho mais detalhado, que envolveu reuniões com empresas e o fabricante.

    Segundo o documento, 'não foram registradas ocorrências similares em equipamentos fabricados por outras empresas' e nem mesmo em equipamentos da GE que não fossem das séries com código T.A. igual a R6 e R7.

    (Por Luciano Costa)

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