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    Senado aprova texto-base de projeto sobre distrato imobiliário

    SÃO PAULO (Reuters) - O plenário do Senado aprovou na noite de terça-feira o texto-base do projeto de lei que regula direitos e deveres nos casos de rompimento de contratos de compra de imóveis, o chamado 'distrato', uma antiga demanda da indústria de construção.

    Segundo a Agência Senado, a votação foi interrompida após a aprovação do texto-base e deve ser retomada nesta quarta-feira, com a análise de emendas aprovadas no início do mês pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). [nL2N1XI1OF]

    O texto prevê que 50 por cento do valor pago pelo comprador seja retido pela construtora se o imóvel estiver dentro do regime conhecido como patrimônio de afetação, no qual é criada uma empresa para tocar o projeto com patrimônio separado da construtora. Em outros casos, a penalidade será de 25 por cento.

    Senadores favoráveis argumentam que o projeto atualiza as regras de venda de imóveis residenciais no país, dando segurança jurídica às construtoras e aos consumidores na hora da negociação.

    Por outro lado, há parlamentares que consideraram o texto mais favorável às empresas, sendo necessário mais equilíbrio, uma vez que permite que construtoras atrasem por até seis meses, sem qualquer ônus, a entrega dos imóveis aos compradores, enquanto podem reter até metade do valor pago pelo consumidor caso ele desista da aquisição, segundo a agência.

    Além disso, o comprador que desistir do negócio poderá reaver o valor pago somente após 180 dias do distrato ou, se houver patrimônio de afetação, após 30 dias da obtenção do “habite-se” da construção.

    (Por Alberto Alerigi Jr.)

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    May vai a Bruxelas tentar acordo sobre laços futuros do Reino Unido com UE

    BRUXELAS (Reuters) - A primeira-ministra britânica, Theresa May, chega a Bruxelas nesta quarta-feira para delinear um plano para os laços do Reino Unido com a União Europeia após a saída do país do bloco, cujos diplomatas dizem que o pacto está sendo impedido por desentendimentos sobre Gibraltar, áreas de pesca e o comércio.

    Todos os líderes da UE devem se reunir no domingo para chancelar o acordo do Brexit, que consiste no entendimento sobre a desfiliação do Reino Unido e um esboço do relacionamento posterior entre as duas partes.

    O destino do acordo de separação é incerto. Parlamentares britânicos estão intensificando uma batalha sobre os termos da separação, e alguns tentam induzir o país a mudar de curso.

    Embora a UE esteja buscando desestimular qualquer renegociação britânica das quase 600 páginas de texto legal denso que forma o pacto de separação, alguns dos 27 países-membros remanescentes também têm reservas em relação ao documento.

    Enviados nacionais dos 27 Estados se reuniram em Bruxelas na terça-feira para tentar abordar estas questões em conversas em andamento sobre o documento que delineará as relações futuras.

    'Ainda é preciso algum trabalho em três aspectos: pesca, bens e Gibraltar', disse um diplomata sobre a reunião, realizada na véspera das conversas de May com Jean-Claude Juncker, o chefe do executivo da UE. 'Juncker e May tentarão resolver tudo isso amanhã'.

    Também na terça-feira o primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, ameaçou votar contra o acordo geral do Brexit no domingo a menos que este deixe claro que o futuro do disputado território britânico de Gibraltar será decidido em conversas diretas entre Madri e Londres.

    'A Espanha tem um problema muito real em relação a Gibraltar', disse outro diplomata.

    Muitos em Bruxelas, o centro político da UE, acham que Sánchez está tentando cortejar eleitores em casa de olho na aproximação de uma eleição nacional.

    Eles acreditam que a questão pode ser resolvida pelos líderes, e alertaram Madri a não pressionar a ponto de colocar todo o acordo do Brexit em risco.

    'Estamos acompanhando os últimos desdobramentos com uma preocupação crescente', disse um terceiro diplomata da UE depois de Madri dizer que quer mudanças no acordo de separação já negociado.

    'Ninguém quer reabrir o acordo de separação. Isso levaria ao colapso de todo o acordo do Brexit e nos levaria todos a um terreno desconhecido'.

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    Trump se mantém ao lado da Arábia Saudita apesar de assassinato de jornalista

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prometeu nesta terça-feira se manter um 'parceiro firme' da Arábia Saudita apesar de dizer que o príncipe herdeiro saudita Mohammad bin Salman poderia estar ciente do plano para assassinar o jornalista dissidente Jamal Khashoggi no mês passado.

    Desafiando a pressão dos parlamentares norte-americanos para impor sanções mais duras à Arábia Saudita, Trump também disse que não cancelaria os contratos militares com o reino, pois seria uma medida 'tola' que beneficiaria apenas a Rússia e a China.

    Trump disse que agências de Inteligência dos Estados Unidos ainda estão estudando as evidências no caso do assassinato de Khashoggi no interior do consulado saudita em Istambul no dia 2 de outubro, e quem teria planejado o crime.

    'Nossas agências de inteligência continuam avaliando todas as informações, mas poderia ser que o príncipe estava ciente deste trágico evento - talvez ele soubesse e talvez não!', disse Trump em um comunicado emitido pela Casa Branca.

    Fontes de inteligência dizem que no entendimento da CIA a morte de Khashoggi foi ordenada diretamente pelo príncipe herdeiro, que é o líder de fato a Arábia Saudita e que é conhecido amplamente por suas iniciais 'MbS'.

    Parlamentares democratas e republicanos exigem que Trump deixe de apoiar MbS, mas o presidente tem relutado.

    Trump disse na terça-feira que tanto o rei saudita Salman e príncipe herdeiro 'vigorosamente negam qualquer conhecimento do planejamento ou da execução do assassinato', e que a verdade pode nunca ser conhecida.

    Ele também ressaltou que a Arábia Saudita, uma grande produtora de petróleo, é uma importante parceira comercial e uma 'grande aliada' na luta contra o poder iraniano no Oriente Médio.

    'Os Estados Unidos tem a intenção de continuar sua firme parceria com a Arábia Saudita para garantir os interesses do nosso país, de Israel e de todos os nossos outros parceiros na região', disse Trump.

    Seus comentários foram rapidamente criticados por parlamentares democratas.

    Adam Schiff, que deve se tornar o líder do Comitê de Inteligência da Câmara dos Deputados em janeiro, disse que os Estados Unidos deveriam imediatamente encerrar seu apoio à Arábia Saudita na guerra do Iêmen e suspender as vendas de armas para o reino.

    'O presidente acrescenta ao seu currículo ignorar suas próprias agências de inteligência, minando os valores americanos aqui e fora do país, ao dar à Arábia Saudita um passe livre para o assassinato brutal e premeditado de um jornalista residente nos Estados Unidos. Absurdo', disse o senador democrata Dick Durbin, em um post no Twitter.

    Alguns dos colegas republicanos de Trump também prometeram retirar seu apoio ao presidente e buscar ações mais firmes dos EUA contra a Arábia Saudita.

    O deputado Francis Rooney, um republicano que integra o Comitê de Assuntos Exteriores, disse que Washington deveria aplicar o chamado Ato Magnitsky aos responsáveis pela morte de Khashoggi, que prevê congelamento de bens e proibição de viagens, entre outras medidas, para aqueles que violam os direitos humanos.

    Trump coloca sua aliança com a Arábia Saudita no centro de sua política para o Oriente Médio. O país foi o primeiro visitado após o início de sua presidência em 2017.

    Jared Kusner, genro de Trump, desenvolveu uma relação pessoal com MbS, e Trump sempre elogia o valor econômico das conexões com a Arábia Saudita, principalmente em relação às vendas de armas.

    'Se nós tolamente cancelarmos esses contratos, a Rússia e a China se beneficiariam enormemente - e ficariam muito felizes de conseguir essas novas oportunidades de negócio. Seria um maravilhoso presente para eles diretamente dos Estados Unidos', disse Trump em comunicado na terça-feira.

    (Reportagem de David Alexander, Susan Heavey e Mohammad Zargham)

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    Moro anuncia Maurício Valeixo como novo diretor-geral da Política Federal

    BRASÍLIA (Reuters) - O futuro ministro da Justiça, Sérgio Moro, indicou nesta terça-feira o delegado Maurício Valeixo para a direção geral da Polícia Federal e a delegada Érika Marena para a chefia do Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional do Ministério da Justiça.

    Ambos os delegados já fazem parte atualmente da equipe de transição do governo de Jair Bolsonaro.

    Valeixo é atualmente superintendente da Polícia Federal no Paraná e substituirá Rogério Galloro, nomeado no início de março deste ano. Responsável pelas ações da operação Lava Jato em Curitiba, Valeixo já foi diretor de Inteligência da PF e diretor do departamento de combate ao crime organizado.

    Já Érika Marena participou de parte do início das investigações da operação Lava Jato - foi a responsável por dar o nome à operação - e foi a chefe das investigações na operação Ouvidos Moucos, que ficou marcada pelo suicídio do reitor da Universidade Federal de Santa Catarina, Luiz Carlos Cancillier de Olivo, três meses depois de ter sido preso na operação.

    Cancillier deixou um bilhete em que apontava a prisão pela PF como responsável pelo suicídio. Marena foi alvo de uma investigação interna pela PF e foi absolvida.

    'A delegada tem minha plena confiança. O que aconteceu em Florianópolis foi uma tragédia, toda minha solidariedade à família, mas foi um infortúnio no âmbito da investigação. A delegada não tem responsabilidade', defendeu Moro ao ser questionado pelo caso.

    Moro disse ainda que planeja convidar o atual diretor-geral da PF para algum cargo na estrutura do Ministério da Justiça. Galloro era secretário Nacional de Justiça antes de ser chamado para a chefia da PF no lugar de Fernando Segóvia, demitido depois de, em entrevista à Reuters, afirmar que o inquérito dos Portos, em que o presidente Michel Temer é investigado, seria arquivado.

    O futuro ministro da Justiça afirmou também que todos os nomes envolvidos nas investigações da Lava Jato com quem trabalhou podem ser considerados para cargos no governo, inclusive Márcio Anselmo, primeiro delegado da Lava Jato.

    'Eu sempre afirmei que seria um tolo se não aproveitasse pessoas que trabalharam comigo, especialmente no âmbito da operação Lava Jato, porque já provaram sua integridade e sua eficiência', disse Moro ao anunciar os primeiros nomes da sua equipe.

    Ainda de acordo com o novo ministro, o foco principal da PF em sua gestão será o combate à corrupção e ao crime organizado.

    (Por Lisandra Paraguassu)

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    Foco da Petrobras deve ser acelerar exploração do pré-sal, diz Castello Branco

    BRASÍLIA (Reuters) - O economista Roberto Castello Branco, indicado pelo presidente eleito Jair Bolsonaro para comandar a Petrobras, afirmou nesta terça-feira que a prioridade da empresa nos próximos anos será a aceleração da exploração das áreas do pré-sal.

    Castello Branco se reuniu esta manhã pela primeira vez com a equipe econômica da transição, depois de ser indicado na segunda-feira para dirigir a petroleira, em substituição a Ivan Monteiro.

    'O foco deve ser na aceleração do pré-sal', disse o economista, ao ser questionado sobre qual deveria ser a prioridade da empresa.

    Na segunda-feira, o economista afirmou em entrevistas que a Petrobras desenvolve atividades que 'não são naturais' da empresa e não dão retorno, citando, por exemplo, a BR Distribuidora. 'A BR é uma cadeia de lojas, no fim das contas. A competência da Petrobras é na exploração e produção de petróleo', disse.

    O futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, e o próprio presidente eleito já afirmaram que a petroleira não será privatizada, mas partes dela podem ser vendidas, inclusive a BR Distribuidora.

    Ao sair do escritório de transição, Castello Branco disse ainda que não poderia falar de planos concretos para a Petrobras porque ainda não mergulhou especificamente nas questões da empresa.

    'Ao longo de novembro e dezembro vamos construir isso para chegar em janeiro pronto', afirmou.

    (Por Lisandra Paraguassu)

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    Chuvas podem dificultar buscas por vítimas de incêndios na Califórnia

    Por Jonathan Allen e Nick Carey

    (Reuters) - Fortes chuvas são esperadas no norte da Califórnia nesta terça-feira, elevando o risco de deslizamentos e dificultando a busca por mais vítimas do mais violento incêndio na história do Estado, já que cerca de mil pessoas continuam desaparecidas.

    Restos mortais de 79 vítimas foram recuperados desde o que o incêndio começou, em 8 de novembro, e destruiu a cidade de Paradise, uma comunidade de quase 27.000 habitantes, localizada a 280 quilômetros ao norte de San Francisco.

    A lista de pessoas desaparecidas mantida pelo Gabinete do Xerife do Condado de Butte ainda tem 993 nomes. Esse número tem flutuado drasticamente, já que mais pessoas foram dadas como desaparecidas, enquanto algumas pessoas inicialmente indicadas como desaparecidas, ou aparecem vivas ou são identificadas entre os mortos.

    O xerife Kory Honea disse que algumas pessoas foram adicionadas à lista mais de uma vez, às vezes, sob as variações da grafia de seus nomes.

    Desde segunda-feira, o incêndio queimou mais de 151.000 hectares de arbustos e árvores, incinerando cerca de 12.000 casas ao longo do caminho, disse Cal Fire.

    As linhas de contenção foram construídas em torno de 70 por cento de seu perímetro, de acordo com a agência.

    Os esforços para suprimir ainda mais as chamas provavelmente se beneficiarão de uma tempestade que deve despejar até 10 cm de chuva ao norte de San Francisco entre o final da terça e sexta-feira, disse Patrick Burke, um meteorologista do Serviço Nacional de Meteorologia.

    Mas chuvas pesadas correm o risco de desencadear deslizamentos de terra em áreas recém-queimadas, ao mesmo tempo em que dificultam o trabalho das equipes forenses.

    Colleen Fitzpatrick, fundador da empresa de consultoria Identifinders International, sediada na Califórnia, disse que a chuva transformaria o local em uma 'bagunça e lama', escorregadia com cinzas molhadas.

    Patologistas da Universidade de Nevada, em Reno, trabalharam durante o fim de semana enquanto os bombeiros retiravam detritos, coletando pedaços de ossos queimados e fotografando tudo que pudesse ajudar a identificar as vítimas.

    O risco de deslizamentos de terra também pode dificultar ainda mais a vida das pessoas que saíram de suas casas, com alguns deles vivendo em tendas ou acampando em seus carros. Os moradores que só recentemente foram autorizados a voltar para as casas que resistiram ao incêndio podem ser obrigados a sair novamente se eles viverem em áreas com declive de regiões que foram gravemente queimadas.

    Incêndio intenso sobre as encostas de canyons, colinas e montanhas os torna mais propensos a deslizamentos de terra, queimando a vegetação e o material orgânico que normalmente mantém o solo no lugar. O fogo também cria uma superfície dura que tende a repelir em vez de absorver água.

    O resultado pode ser um escoamento pesado da água da chuva misturado com lama, pedregulhos, árvores e outros detritos que correm morro abaixo com uma força tremenda, disse Jason Kean, um hidrólogo de pesquisa do Serviço Geológico dos EUA.

    (Reportagem de Brendan O'Brien, em Milwaukee)

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    Tiroteio em hospital de Chicago deixa 4 mortos, incluindo policial e atirador

    Por Suzannah Gonzales

    CHICAGO (Reuters) - Um homem armado matou uma médica no lado de fora de um hospital em Chicago, nos Estados Unidos, na segunda-feira antes de invadir as instalações e matar um assistente farmacêutico e um policial durante uma troca de tiros e morrer no tumulto, afirmaram autoridades.

    O atirador conhecia a médica que ele atirou do lado de fora do Mercy Hospital, disse o superintendente da polícia de Chicago, Eddie Johnson, em entrevista coletiva, descrevendo o assassinato inicial como um ato de violência doméstica.

    O atirador era o ex-noivo da médica, informaram os meios de comunicação de Chicago, com uma testemunha dizendo que ele exigiu um anel de volta.

    O tiroteio fez médicos e pacientes saírem das instalações do hospital, alguns com as mãos para cima, enquanto policiais fortemente armados tentavam proteger o local.

    'A cidade de Chicago perdeu uma médica, um assistente farmacêutico e um policial, todos fazendo o que amam', disse o prefeito Rahm Emanuel a repórteres.

    O atirador, depois de matar a médica, atirou em policiais com uma única arma, disse Johnson.

    O atirador, cujo nome não foi divulgado, então invadiu o hospital. Policiais o seguiram e trocaram tiros com ele por vários minutos, disse Johnson.

    O oficial Samuel Jimenez, que se juntou à força policial de Chicago no ano passado, morreu durante a luta armada, disseram autoridades. O rapaz de 28 anos era casado e tinha filhos e foi o segundo oficial de Chicago morto no cumprimento do dever neste ano.

    Em um sinal da natureza aleatória da violência, o assistente de farmácia baleado pelo atirador estava descendo de elevador, disse Johnson. Seu nome não foi divulgado.

    A mídia identificou a médica morta fora do hospital como Tamara O'Neal.

    O atirador também morreu, mas não ficou claro se ele atirou em si mesmo ou foi atingido por uma bala de policial, disse Johnson.

    Outro oficial foi poupado de ferimentos quando uma bala se alojou em seu coldre.

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